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| Campeão do Rio-SP 97 e do Brasileirão 2002, foi no Santos que Robert viveu sua melhor fase na carreira, chegando à seleção em 1996 e 2001 - Arte: Papo da Vila |
Junto com ele estão grandes nomes da história do futebol mundial como Pelé, Pepe, Zito, Coutinho, Serginho Chulapa, Giovanni e Robinho. Estes dois últimos, parceiros de Robert e principais nomes das campanhas de 95 e 2002, respectivamente. “São três craques fora de série. Sorte do Santos”, lembra o ex-jogador, quando perguntado se Neymar é mais completo que seus antigos companheiros.
Do vice-campeonato de 95, Robert relembra que ainda mantém contato com Giovanni, Macedo, Carlinhos, Edinho, Gallo e Marcos Paulo. “Me sinto honrado em ter participado daquela campanha. Éramos um time muito maduro e coeso, diferente do time de 2002, rápido, habilidoso e decisivo."
Reserva naquele ano, Robert substituiu Diego, contundido, logo nos primeiros minutos da grande final e um susto fez com que o meia lembrasse de outra decisão contra o Corinthians. “Quando eles fizeram o segundo gol pintou um receio em relação à semifinal do Paulista de 2001, contra o próprio Corinthians, quando o Ricardinho fez o gol nos últimos segundos. Mas, dessa vez conseguimos vencer e faturamos o título”, conta o ex-jogador que daquela campanha, conserva amizade com Léo, Robinho, Renatinho, Elano, Fabio Costa e Willian.
10 amarelinha
Foi defendendo o Santos que Robert teve seus melhores momentos na carreira. Pequenino e com características peculiares, o meia carregava a bola com rara habilidade, características que o fizeram chegar a Seleção Brasileira, em 1996 e 2001, quando disputou a Copa das Confederações. Naquele ano, o time não foi bem, acabou na quarta posição e o então técnico Leão acabou demitido. “Estava vivendo uma das melhores fases da minha carreira e com a saída dele não tive mais chances”.
Homem de confiança de Leão, Robert vestiu a camisa 10 da seleção, camisa que no atual momento está sem um dono definitivo. “Acho que tanto o Ganso como Ronaldinho tem condições de vestí-la e também atuarem juntos na seleção”.
Agente FIFA prioriza o Santos
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| Dodozinho já tem o cabelo de Neymar. E o futebol? |
Prova disso é que Robert foi o responsável pela chegada do mais novo talento a ser lapidado pelo time da Vila Belmiro: Dodozinho. Candidato a craque, o garoto de 10 anos foi descoberto pelo ex-jogador durante uma partida de Showbol no Rio de Janeiro. Robert viu potencial e hoje o menino integra a categoria sub-11 do Peixe.
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| Robert e seu filho Patrick, campeão paulista sub-13 de 2010 |
Patrick venceu o Mundialito sub-15, mas o título tão esperado pela torcida santista é outro. Em dezembro, o Santos disputa o Mundial Interclubes e se depender de Robert, Neymar e Ganso podem fazer bonito e levar o Peixe ao tão sonhado tri-mundial. “Acho que o Santos hoje é o único time que pode fazer frente ao time do Barcelona”. Certamente, Márcio Resende de Freitas e nem Ricardinho estarão lá para atrapalhar o sonho santista.









